“Autoridades da saúde e poder público devem realizar mais do que campanhas educativas e mutirões de limpeza em terrenos e residências! É necessário rever com urgência a metodologia e insumos empregados, o mais importante agora é eliminar o vetor adulto, nascem milhares de fêmeas cada instante e, imediatamente sugam a seiva de uma planta, de onde retiram a glicose (energia necessária) e, neste instante, caso o ‘fumacê’ tenha sido aplicado corretamente, com o Malathion e o óleo, que dá aderência ao inseticida, fazendo uma fina camada sobre as folhas das árvores, o inseto, ao pousar é contaminado pelo inseticida e morre.
Hoje, da forma equivocada (produto e metodologia), ele suga a planta e depois procura uma pessoa (ou várias) para sugar o sangue, após isto a fêmea põe de 120 a 180 ovos. Dá para imaginar a rapidez de disseminação e multiplicação do vetor? Quanto a campanhas educativas e mutirões de limpeza estas devem ocorrer durante o ano todo! Assim teremos uma cidade mais limpa, livre de outros vetores patogênicos tais como o caramujo africano, o pernilongo que transmite a ‘elefantíase’, o Flebótomo vetor da leishmaniose, o Anofelino transmissor da malária, e outros… O trabalho de prevenção, como bem diz a palavra previne, isto é, evita que vetores proliferem e a população adoeça, ou pior: ocorram óbitos como atualmente.
Isto se chama medicina preventiva. É o correto a ser feito. Atualmente estão fazendo apenas Medicina Curativa. A ‘meia-boca’, pois o sistema se torna deficiente para atender a demanda que cresce durante uma epidemia. Fazer o correto ainda é o melhor"...
Fonte: Imagens Net
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a Fêmea do inseto suga a planta, retirando a energia necessária (glicose). Machos se alimentam apenas da seiva da planta.