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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Isto é um absurdo cometido contra a população!

Preste atenção!  Esta lista abaixo apresenta produtos químicos para combater a DENGUE que cada Secretaria Estadual de Saúde solicita ao Ministério da Saúde, verifique que o inseticida correto e adequado para eliminar os vetores da Dengue faz parte desta lista e o MS fornece, basta solicitar!

 GOVERNO FEDERAL- MINISTÉRIO  DA SAÚDE FORNECE!
A opção pelo produto errado é dos estados, que solicita os produtos! Observe:

Inseticidas, larvicidas e equipamentos enviados aos estados 

Rondônia
9.000 cargas de Alfacipermetrina¹
2.000 quilos de Temephos²
3.600 quilos de Cipermetrina¹
10 nebulizadores portáteis motorizados
12 borrifadores manuais
5 equipamentos de nebulização acoplados em veículos para fumacê

Acre
7.500 cargas de Alfacipermetrina¹
1.280 litros de Deltametrina¹
15.000 quilos de Temephos²
20 quilos Diflubenzuron²

Mato Grosso
6.000 cargas de Alfacipermetrina¹
6.380 litros de Deltametrina¹
30.000 quilos de Temephos²

Mato Grosso do Sul
33.000 cargas de Alfacipermetrina¹
2.700 litros de Deltametrina¹
50 quilos de Diflubenzuron²
16.000 quilos de Temephos²
25.021 quilos de BTI²
6 equipamentos de nebulização acoplados em veículos para fumacê

Goiás
7.500 cargas de Alfacipermetrina¹
2.100 litros de Deltametrina¹
300 quilos de Diflubenzuron²
6.000 litros de Malathion¹
170.000 quilos de Temephos²

Minas Gerais
106.500 quilos de Temephos²
5.000 cargas de Alfacipermetrina¹
2.000 litros de Deltametrina¹
8.000 litros de Malathion¹
460 quilos de Diflubenzuron²
6.000 quilos Fenitrothion¹
26 equipamentos de nebulização acoplados em veículos para fumacê

São Paulo
2.800 cargas de Alfacipermetrina¹
17.000 litros de Malathion¹
13.682 quilos de BTI²
4.000 quilos de Fenitrothion¹
15.000 quilos de Temephos²
8 equipamentos de nebulização acoplados em veículos para fumacê


FONTE: SVS EM REDE é editado pelo Núcleo de Comunicação da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Os seguintes estados continuam a fazer uso de produtos comprovadamente sem eficácia (Alfacipermetrina, Cipermetrina) na eliminação do mosquito vetor da Dengue e outros vetores alados:

 Rondônia, Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás.

Se você pesquisar vai ver a situação trágica da DENGUE nestes estados! Milhares de pessoas infectadas e inúmeras mortes! Leia este parágrafo do artigo "MATO GROSSO É O QUINTO EM CASOS DE DENGUE":



"O Acre lidera a lista, com 3.157,3 casos por 100 mil habitantes, seguido de Mato Grosso do Sul, com 2.507,8 casoas/ a 100 mil habitantes. Depois aparecem: Rondônia (1.585,1 casos/100 mil hab) e Goiás (1.114,9 casos/100 mil hab). Minas aparece atrás de Mato Grosso.Estes dados se referem de 1º de janeiro até o dia 3 de abril 2011,com  447.769 casos de dengue em todo o país). http://www.mtcontradengue.com.br/blog/2010/05/mato-grosso-e-o-quinto-em-casos-de-dengue-no-brasil/#more-694)


Embora o Ministério da Saúde forneça o inseticida indicado para eliminar mosquitos É NECESSÁRIO QUE O ESTADO E OS MUNICÍPIOS SOLICITEM!

Caso contrário é fornecido apenas Piretróides, que só espantam temporariamente        o inseto, que depois, retornam ‘com tudo'!

Como o inseto ‘desaparece' por 03 dias e depois retorna, alguns costumam afirmar erroneamente que ‘o inseto criou resistência', quando a verdade é outra: Uso de produtos inadequados!

Outra afirmativa equivocada é esta, "A estratégia de prevenção de dengue tem se baseado no controle do vetor, com ênfase ao uso de inseticidas. Este tipo de controle, quando utilizado por longos períodos, pode ter sua eficácia comprometida devido ao surgimento de resistência dos vetores aos inseticidas utilizados'.

Não basta usar o produto correto. É necessário fazer o uso correto, obedecer às dosagens, aplicações e intervalos! Importante: O horário dever ser: Pela manhã, das 06 horas até no máximo 08 horas. À tarde, das 17 horas até as 19,30 horas.


O Brasil está vergonhosamente dominado pelos vetores!

Praticamente todos os estados brasileiros estão ‘tomados' pelos insetos vetores, que continuam a fazer vítimas ano após ano, devido a inoperância e incompetência de gestores que assumem cargos políticos e não possuem a formação necessária para determinar as ações corretas para o desenvolvimento do trabalho gerando o quadro caótico que ai está!

Especificamente falando sobre o Mato Grosso, o caos na Saúde Pública é o reflexo da atuação de gestores aleatoriamente ‘alçados' a cargos críticos e importantes na área de saúde e o resultado é este que acompanhamos no dia a dia do cidadão que, não tendo uma Saúde Pública Preventiva funcionando vai cair na rede da Saúde Pública Curativa...

Um estado que não investe em Saúde Preventiva vai ter uma população com diferentes e alguns graves problemas que buscarão a Saúde Curativa! E irão encontrar o que?

Saúde sucateada, deficiente, postos de saúde sem médico, um Pronto Socorro superlotado... Aliás, aqui no Mato Grosso que encontrei pacientes "internados" durante meses, aguardando atendimento cirúrgico! Havia aprendido que o "pronto socorro" era para atender a urgência/emergência e, havendo necessidade, internar o paciente em hospital para o tratamento necessário...
Dados atualizados podem fazer o MT subir no Ranking...
Lendo o título do artigo "MATO GROSSO É O QUINTO EM CASOS DE DENGUE", e ouvindo certas ‘ôtoridades da saúde' alegarem, para disfarçar a incompetência, que ‘tem dengue no Brasil todo' eu questiono:

Por que não fazer o certo e servir de exemplo? Ou então, não sabendo como fazer pode COPIAR de quem sabe...

Alguns municípios do estado de São Paulo aplicam Malathion/Fenitrothion corretamente e é claro, funciona!

Outras cidades insistem em utilizar Piretróides e justificam o fracasso na eliminação do vetor: "o inseto adquiriu resistência"... Uma esfarrapada e equivocada desculpa para o descaso!


 ATENÇÃO: Não basta usar o Malathion! Deve ser aplicado corretamente, com os intervalos, dosagens e horários adequados!









sábado, 3 de março de 2012

DOENÇAS NEGLIGENCIADAS E SUAS CAUSAS...

Saúde Pública





Publicações, livros e revistas de excelente nível eu costumo ler e reler sempre! Entre estes está RADIS comunicação em saúde, que é uma publicação da ENSP – Escola Nacional de Saúde Publica - FIOCRUZ.
A edição de numero 81, de Maio de 2009, que comemorou o centenário de Carlos Chagas é um destes exemplos! Nesta edição, rica em conteúdo, encontrei uma entrevista que foi feita com o doutor e pesquisador, o médico José Rodrigues Coura, especialista em Doenças Infecciosas e Parasitárias, especialmente Chagas, Malária e Esquistossomose.
O Doutor Coura diz na entrevista “o primeiro desafio é manter o controle da transmissão vetorial”...
 Pois este desafio não vem sendo atingido há muitos anos! Os vetores se reproduzem de forma descontrolada e se alastram pelo Brasil infectando e matando centenas de brasileiros a cada epidemia e, entre estas, surgem novos casos a cada ano!
Chagas, Malária, Esquistossomose, Dengue, Leishmaniose são doenças que já haviam sido erradicadas ressurgem e se espalham por todos os municípios, em todos estados do país!
São patologias infecciosas, listadas como Doenças Negligenciadas que matam anualmente um elevado numero de pessoas, e nada é feito para mudar efetivamente este quadro.
O médico também questiona “a falta de herdeiros” na área de pesquisa... Realmente, poucos se interessam em ‘mergulhar’ na pesquisa. Fico feliz quando, eventualmente, alguns se destacam em alguma pesquisa! Ocorre que, no Brasil, o incentivo e as oportunidades oferecidas quase sempre se destinam a alguns escolhidos ou indicados. Destes apenas alguns se sobressaem, se dedicam de corpo e alma. Outros, no entanto, apenas ‘roubam’ as possibilidades de quem realmente se interessa no estudo das patologias e seus vetores...
Outro grande entrave a pesquisa é a chamada classe política, que interfere negativamente  em tudo, sempre motivados pela questão “quanto levo nisto”?
Ou pior: Existe interesse em acabar com o vetor da DENGUE, por exemplo? A resposta é “NÃO”! Se acabar com o vetor acaba com a doença... E o medo de perder a partilha desta verba faz com que ações efetivas no combate e erradicação deste e de outros vetores seja não incentivadas e sim combatidas! Assim a doença é mantida pelo jogo de interesses escusos que se escondem por trás de tão importante e necessário trabalho de pesquisa!
Ele discorre também sobre a descentralização, iniciada a partir de 1999, com o Ministério da Saúde se ‘despovoando’ de pessoas tecnicamente qualificadas. (Já citei em outros artigos o fato de funcionários da extinta SUCAN, hoje FUNASA que estão atuando como motorista nas secretarias municipais de saúde)!
Cita ainda que o único estado a ‘ter juízo’ foi São Paulo, que mantém a SUCEM- Superintendência de Controle de Endemias e, além disto, mantém grupos técnicos extremamente preparados e vigilantes... “Não é por acaso ser o primeiro estado a controlar a doença de Chagas, sendo o primeiro no Brasil em Vigilância epidemiológica”.
Em sucessivas viagens a São Paulo sempre observei esta atuação sendo São José dos Campos uma das referencias deste trabalho. Lamentavelmente este mês pude observar uma assustadora presença de Aedes aegypti na cidade! Percebi também a ausência do ‘fumacê’, que passava semanalmente pela cidade... Esta falta de ação propicia a entrada deste e de outros vetores! É exatamente assim que começa o domínio do inseto e as cidades perdem o controle!
O doutor Coura, mais adiante em sua entrevista cita um exemplo do interesse de alguns em manter o vetor: “Em Barcelos, às margens direitas do Rio Negro, na Amazonas me deparei com 40 % dos moradores com Malária (...). Procurou o responsável, na prefeitura, pelo controle de vetores e obtive a seguinte explicação: Eu tenho a Malária que preciso, sem ela não tenho dinheiro”. E o doutor Coura complementa: Em outros tempos eu iria até a SUCAM e pediria ao diretor a demissão do sujeito. “Mas hoje o diretor da FUNASA não tem influência sobre ele, quem manda é o prefeito”.

Esta explicação é, para mim, um caso de polícia! Quem age assim, em relação à Saúde Pública TEM QUE SER PRESO! Por outro lado, se prender todos vai faltar lugar onde colocar gente deste tipo! Em Rondonópolis os casos de Dengue se repetem, ano após ano e a cada epidemia, centenas de pessoas são infectadas ou reinfectadas e muitos perdem a saúde ou pior: A vida, para um mosquito miserável mantido pela incompetência, ingerência e o descaso!
Quanto à Leishmaniose: Esta continua agindo silenciosamente... E matando!

domingo, 5 de junho de 2011

DE META EM META A SAÚDE CONTINUA UM CAOS...

Série Doenças Negligenciadas


“A meta é erradicar a Hanseníase até 2005” Este é o título do artigo de Kátia Machado, na RADIS Nov.2004.


Descriminação e preconceito ainda hoje envolvem o paciente portador da Hanseníase ou Lepra.


“Contrair a Hanseníase não é apenas contrair uma doença que atinge os nervos periféricos, contraímos também uma nova identidade que, não raro, é muito pior do que a doença em si(...)” declarou Francisco Augusto Vieira Nunes, o Bacurau. Ele morreu em 1997, depois de longos 21 anos de internações e tratamentos.


A evasão do tratamento tem, ao longo dos anos, vários motivos, que envolvem medo, depressão e fatos assim: A atendente de guichê, no posto, ‘organizando’ o atendimento por fila falava em voz alta “esta é a fila das perebas e leprosos”. Isto acontecia em Nova Iguaçú-Rj., identificado o problema: necessidade de sensibilização e capacitação de funcionários! Isto é comum em muitos lugares...


Identifiquei este tipo de situação em Rondonópolis- MT., durante a campanha do teste rápido de pesquisa do HIV., outra patologia que aumenta assustadoramente. Esta campanha foi deflagrada logo após o carnaval.


Gestantes, jovens, idosos, usuários de drogas e outros grupos de risco já na recepção são informados que devem aguardar uma ‘triagem’ e palestra, para só então realizar o exame, gerando constrangimento e até mesmo desistências!


Faz-se necessário um estudo para que as chamadas ‘portas de entrada’ recepcionem e atendam o paciente de forma humana e não geradoras de discriminação!


Enquanto aguardam a Saúde Pública “atingir as metas” muitos pacientes adoecem, enfrentam obstáculos e morrem aguardando.


Entre as Doenças Negligenciadas e suas metas inatingíveis, devo falar também sobre:

DENGUE (Aedes aegypti)


A Dengue é um dos mais graves absurdos, desencadeada pela inoperância e descaso dos gestores do Ministério da Saúde! Pela absoluta falta de eliminação do inseto vetor, que transmite o vírus, a patologia alastrou-se pelo Brasil, atingindo milhares de pessoas a cada ano.


Não bastasse isto o despreparo dos profissionais no atendimento ao paciente, Postos de Atendimento superlotados, rede de saúde publica sucateada, falta de medicamentos adequados tudo isto e mais a gravidade dos casos hemorrágicos deixam a população brasileira em pânico!


LEISHMANIOSE (Flebótomo)


Muitos pacientes, mal se recuperando da Dengue descobrem que estão com Leishmaniose, outra grave doença que o Flebótomo (outro mosquito) que transmite o protozoário, que também, caso não seja rapidamente diagnosticada o paciente irá a óbito de forma rápida e sofrida. Anualmente centenas de novos casos surgem e a patologia também se alastra pelos estados brasileiros.


MALÁRIA (Anopheles)


Apesar de os casos de malária no Brasil terem diminuído nos últimos anos, a situação na região amazônica ainda é preocupante. O alerta vem do professor Pedro Luiz Tauil, da faculdade de Medicina da Universidade de Brasília.


Com a redução de casos de malária, ocorreu também uma redução nas ações de controle devido muitas vezes, o manejo de trabalhadores que cuidam do controle da malária que são deslocados para cuidar de outras áreas, como o controle da dengue. E com isto a malária voltou a aumentar o número de casos.


Troca de pessoal quando ocorrem mudanças políticas no poder de estados e municípios propiciam o aumento de patologias, devido ao fato de algumas ações serem descontinuadas ou mudança nas estratégias de controle de vetores.


Um exemplo: A transferência para os estados e municípios o controle estratégico de vetores.


O resultado: o crescimento desenfreado e descontrolado do número de vetores e as patologias por eles transmitidas.


FILARIOSE LINFÁTICA (Culex).


É a chamada ‘elefantíase’, vetorada pelo nosso conhecido pernilongo, que transmite o protozoário. Muitos casos, mas o paciente pouco aparece, pois se torna ‘invisível’, pois devido a deformidade exagerada dos membros do corpo dificilmente saem de casa, não se expõe em público.


ONCOCERCOSES (Simulídeos).


São os “borrachudos”, vetores desta doença com 17 milhões de casos de Oncocercoses registrados no mundo onde 99% ocorrem na África, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde.


Como o vetor chegou ao Brasil? Por que existem casos de oncocercose em Goiás, a mais de dois mil quilômetros de distância do foco original, em território ianomâmi?


A pesquisadora Marilza Herzog, Entomologista do Instituto Oswaldo Cruz analisa a dispersão da oncocercose no Brasil e estudou a princípio os vetores da oncocercose, tem profundo conhecimento sobre a doença, nos seus aspectos médicos, epidemiológicos, históricos e culturais.


O verme é transmitido através da picada de insetos do gênero Simulium, popularmente conhecidos como borrachudos.


No corpo do homem, seu hospedeiro definitivo, as larvas do parasita se desenvolvem formando adultos que podem chegar a aproximadamente cinco centímetros no caso dos machos e a até 80 cm no caso das fêmeas, que se alojam sob a pele, enoveladas em torno de si mesmas formando nódulos.


TRIPANOSSOMÍASE AFRICANA (Glossinia).


Esta grave doença negligenciada atinge a população de algumas áreas da África, conhecida como ‘doença do sono’, é vetorada pela mosca TSÉ-TSÉ, os tripanossomos são parasitas unicelulares do sangue.


Trata-se de uma patologia grave, mata um elevado numero da população africana.


Como Entomologista, sei que o sistema de reprodução é diferente de outras moscas e mosquitos: cada mosca gera apenas uma mosquinha por vês, a mosca ‘grávida’ carrega o inseto em seu interior até completar o ciclo de formação do inseto e depois deposita em locais junto a rios, lagos e poços. Então questiono: Porque não é eliminado este vetor?


DOENÇA DE CHAGAS (Triatomíneos).


O protozoário é transmitido pelo ‘barbeiro’, atinge principalmente o músculo cardíaco e requer tratamento pela vida toda. Órgãos afetados: Aparecimento gradual de demência (3% dos casos iniciais), cardiomiopatia (em 30% dos casos), ou dilatação do trato digestivo (megaesôfago ou megacólon (6%), devido à destruição da inervação e das células musculares destes órgãos, responsável pelo seu tônus muscular. No cérebro há freqüentemente formação de granulomas.


ESQUISTOSSOMOSE (caramujos do gênero Biomphalaria. Schistosoma mansoni).


A esquistossomose é uma doença endêmica, silenciosa e, caso não tratada leva à morte. O Brasil é o país mais afetado pela doença nas Américas.


TUBERCULOSE (Bacilos).


A tuberculose é transmitida pelo ar. O doente, quando tosse, espirra ou fala, elimina bacilos que podem contaminar a pessoa que vier a respirá-los.


Normalmente, a doença atinge os pulmões (90% dos casos), mas também pode acometer outros órgãos.


A tuberculose pulmonar é a forma mais freqüente e generalizada da doença. Porém, o bacilo da tuberculose pode afetar também outras áreas do nosso organismo, como, por exemplo, laringe, os ossos e as articulações, a pele (lúpus vulgar), os gânglios linfáticos, os intestinos, os rins e o sistema nervoso. A tuberculose miliar consiste num alastramento da infecção a diversas partes do organismo, por via sanguínea. Este tipo de tuberculose pode atingir as meninges (membranas que revestem a medula espinhal e o encéfalo) causando infecções graves denominadas de "meningite tuberculosa".


Os sintomas mais freqüentes são tosse, cansaço excessivo, febre, sudorese, falta de apetite e emagrecimento.


A melhor prevenção contra a tuberculose é a busca constante de casos e início precoce do tratamento. O Brasil adota vacina BCG intra-dérmica, como medida de prevenção primaria contra a doença.


Doenças negligenciadas ainda matam 01 milhão de pessoas por ano no mundo.


A cada dia, cerca de três mil pessoas morrem no mundo vítimas de doenças negligenciadas como Malária, Dengue, Leishmaniose Visceral, Doença de Chagas e Doença do Sono.