“DENGUE: Especialistas afirmam que a doença poderia ter sido evitada se o controle tivesse sido feito a tempo”...
Com medidas de controle e prevenção muitas patologias poderiam ser evitadas. E o termo correto é este mesmo: EPIDEMIA. Podemos denominar como surto, casos eventuais que ocorrem em determinada região.
A Dengue é uma das principais doenças que atingem a população brasileira. Outra é a Leishmaniose. E as duas são transmitidas por mosquitos, o Aedes aegypti e o Flebótomo.
Não são doenças novas. Já haviam sido erradicadas e retornaram graças ao jogo de interesses políticos e o “jogo de empurra”, onde o Governo Federal ‘lavou as mãos’ e transferiu aos estados e municípios o controle e vale lembrar: As verbas também.
INSETICIDA OU APENAS REPELENTE?
O mosquito é um ser “sem pai nem mãe”, pois a partir do momento que o Governo Federal transferiu a incumbência ao Estado para gerenciar as ações, substituiu o inseticida por motivos, digamos obscuros, por outro produto ÚNICO NO MERCADO, só troca o nome, mas todos são Piretróides. O consumidor vem sendo lesado de duas formas:
Quando chega ao supermercado e adquire um inseticida ou veneno, como era antigamente denominado o produto, a pessoa compra, não percebe efeito nenhum, pois o inseto continua ou se afasta temporariamente, então substitui, compra outro, de outra marca e embalagem muitas vezes de preço mais elevado, mas não percebe estar adquirindo o MESMO PRINCÍPIO ATIVO! Todos são Piretróides que possuem apenas momentâneo efeito de repelência, oferecendo proteção mínima, o que não é suficiente para proteger a pessoa.
ZEBRAS E MOSQUITOS
Zebras e mosquitos podem causar graves problemas de saúde pública, devido os equívocos cometidos por certos gestores, que, não possuindo interesses em se qualificar adequadamente acabam confundindo mosquitos com zebras e vice-versa, embora a zebra não seja comum em nosso país... A semelhança entre um e outro está nas listras e no país de origem: África.
A zebra, definição: nome feminino
1. ZOOLOGIA mamífero perissodátilo, da família dos Eqüídeos, domesticável, com pelagem listrada de faixas escuras, representado por várias espécies e subespécies africanas.
A zebra não transmite DENGUE...
Isso qualquer um sabe. Mas, devido a algumas semelhanças podem as zebras ser eliminadas para ‘combater a dengue’, assim como ‘especialistas’ eliminam os cães para acabar com a Leishmaniose, quando o correto seria eliminar o mosquito vetor!
O Aedes aegypti, definição: Aedes (Stegomyia) aegypti é a nomenclatura taxonômica para o mosquito que é popularmente conhecido como mosquito da DENGUE, é um mosquito da família Culicidae proveniente da Africa, atualmente distribuido por quase todas as partes do mundo, especialmente nas regiões tropicais e subtropicais.
Esta é uma fêmea Aedes aegypti, facilmente identificada. A diferença entre um e outro reside aonde mesmo? Ah, sim: Um é vetor da DENGUE. O outro é um animal da família dos Eqüídeos, domesticavel...
MEDICAMENTO OU VENENO?
O Governo Federal, através do Ministério da Saúde, distribui FARTAMENTE, o medicamento de princípio ativo PARACETAMOL, que é o mesmo TYLLENOL, estranhamente é o único que nunca falta para distribuir nas unidades de saúde pública.
Este ‘medicamento’ teve o uso proibido há muitos anos nos Estados Unidos e, aproximadamente 30 anos, no Rio Grande do Sul foi retirado de circulação pelos graves problemas de saúde desencadeados pelo princípio ativo Paracetamol.
Ocorre também que, passado o efeito do medicamento volta a dor e a febre, e o paciente (ou familiares) faz uso novamente do Produto (medicamento), ocorre então um depósito, pois transforma-se, tornando-se um composto que vai se acumular no fígado.
O uso de tal medicamento juntamente com antiinflamatórios pode paralisar as funções renais levando a um quadro irreversível.
Leia a denuncia do doutor Anthony Wong, toxicologista do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas http://noticias.uol.com.br/uolnews/saude/entrevistas/2005/12/08/ult2748u82.jhtm
E do doutor Renan Marino:
http://uniaodasdistrofias.blogspot.com/2010/08/dengue-hemorragica-e-paracetamol-vida-e.html
ou
http://www.liderfm.com.br/noticiaDetalhes/99/medicamento-pode-ser-prejudicial-ao-figado-se-utilizado-em-doses-extras
Trata-se de uma tragédia anunciada! Quantos morrem a cada ano pelo uso deste princípio ativo de alta toxicidade? E mais grave ainda: muitas pessoas pensam que o Tyllenol ou Paracetamol (nome do princípio ativo) serve como proteção “para não ter Dengue”!
Muitas mães compram (sem receita médica, não precisa...), e dão ao bebê, em caso de febre, e como a febre retorna ANTES de passar às oito horas de intervalo, repetem a dose! O fígado do bebê é gravemente agredido pelo ‘medicamento’! Então, Caso este bebê esteja com DENGUE à agressão ao órgão hepático é dupla e pode levar ao óbito...
Neste artigo você pode analisar os obscuros fatos que envolvem a DENGUE:
1- Por que o MINISTÉRIO DA SAÚDE adquire e distribui FARTAMENTE um produto que funciona como repelente (temporariamente)? Permetrina não é inseticida!
2- Por que o MINISTÉRIO DA SAÚDE adquire e distribui FARTAMENTE o Paracetamol, medicamento que teve o uso proibido nos Estados Unidos já há muitos anos?
3- Ninguém é obrigado a saber sobre patologias, vetores ou inseticidas... Mas para assumir como gestor de Saúde Pública tem que ter pelo menos a assessoria de especialistas que conheçam sobre insetos vetores, que pertença a área de Infectologia, Biologia, Medicina Veterinária (zoonoses), Agronomia (conhecimento químico de inseticidas). É necessário formação e competência para mudar o quadro epidêmico brasileiro!
Até aonde vai a falta de respeito à saúde do cidadão? Além disto, tudo ainda o governo gasta polpudas verbas na mídia, para culpar o cidadão pela ingerência de seus indicados incompetentes para administrar a Saúde Pública!
É inadmissível que esta situação continue!
Mostrando postagens com marcador veneno. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador veneno. Mostrar todas as postagens
sábado, 18 de dezembro de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
VENENO DE ABELHA PODE SER USADO PARA TRATAR REUMATISMO
Rafaela Carvalho - Agência USP
Apesar do ceticismo dos médicos, pesquisa realizada na USP mostra que o veneno de abelha é mesmo eficaz contra o reumatismo.
Crença popular
Pacientes diagnosticados com artrite apresentam melhora do quadro clínico quando são acidentalmente picados por abelhas.
Essa ligação, aparentemente casual, foi a inspiração da médica Izabella Cordeiro Freire Saad Rached, da Faculdade de Medicina da USP.
A pesquisadora conta que a crença popular na ligação das duas coisas é tão grande que há até mesmo uma comercialização clandestina de veneno de abelha para o tratamento de doenças reumatológicas.
Crença científica
"Os médicos são céticos com essa relação, mas essa crença tem bastante força. Por isso, resolvemos investigar," diz ela.
E o conhecimento popular venceu de novo: de fato, há uma ligação: a diminuição da dor causada pela artrite está associada a um cortisol chamado glicocorticoide.
"É uma substância endógena, ou seja, que o próprio corpo produz, cuja quantidade aumenta para diminuir as inflamações," esclarece Izabella.
Segundo a pesquisadora, uma das dificuldades do trabalho foi conseguir descobrir a dosagem certa de veneno de abelha para ser utilizada no tratamento.
"No começo, não houve resultados, mas depois de muitas tentativas chegamos à dosagem de 1,5 micrograma de veneno de abelha por quilo de peso. Essa dosagem deveria ser aplicada uma vez ao dia para, assim, apresentar ação anti-inflamatória durante o período de análise."
Veneno de abelha vence artrite
Para realizar o tratamento, Izabella utilizou o caminho inverso. Após descobrir a dosagem correta, aplicou o veneno na região subcutânea de coelhos para mais tarde induzir a artrite. Dessa forma era possível observar passo a passo a ação do glicocorticoide.
Izabella conta que a aplicação do veneno provocava uma primeira inflamação nos coelhos, estimulando a produção e liberação do cortisol para que o processo anti-inflamatório começasse a acontecer. Logo em seguida, a artrite era induzida clinicamente nos coelhos, sendo assim a segunda inflamação a acontecer.
A surpresa da pesquisadora foi constatar que os altos níveis de glicocorticoide na corrente sanguínea dos coelhos conseguiram atenuar a inflamação provocada pela artrite. "A inflamação causada pelo veneno de abelha aumentou o nível do glicocorticoide endógeno e fez com que a artrite, exercendo o papel de segunda inflamação, perdesse força quando em sua atuação. Isso mostra que o veneno de abelha pode servir como tratamento preventivo contra a doença."
Bloqueando a ação do glicocorticoide, Izabella notou que os coelhos não apresentaram melhora em seus quadros, o que comprovou a importância do cortisol na pesquisa.
Recentemente, pesquisadores norte-americanos descobriram que o veneno de abelha pode combater o câncer.
Apesar do ceticismo dos médicos, pesquisa realizada na USP mostra que o veneno de abelha é mesmo eficaz contra o reumatismo.
Crença popular
Pacientes diagnosticados com artrite apresentam melhora do quadro clínico quando são acidentalmente picados por abelhas.
Essa ligação, aparentemente casual, foi a inspiração da médica Izabella Cordeiro Freire Saad Rached, da Faculdade de Medicina da USP.
A pesquisadora conta que a crença popular na ligação das duas coisas é tão grande que há até mesmo uma comercialização clandestina de veneno de abelha para o tratamento de doenças reumatológicas.
Crença científica
"Os médicos são céticos com essa relação, mas essa crença tem bastante força. Por isso, resolvemos investigar," diz ela.
E o conhecimento popular venceu de novo: de fato, há uma ligação: a diminuição da dor causada pela artrite está associada a um cortisol chamado glicocorticoide.
"É uma substância endógena, ou seja, que o próprio corpo produz, cuja quantidade aumenta para diminuir as inflamações," esclarece Izabella.
Segundo a pesquisadora, uma das dificuldades do trabalho foi conseguir descobrir a dosagem certa de veneno de abelha para ser utilizada no tratamento.
"No começo, não houve resultados, mas depois de muitas tentativas chegamos à dosagem de 1,5 micrograma de veneno de abelha por quilo de peso. Essa dosagem deveria ser aplicada uma vez ao dia para, assim, apresentar ação anti-inflamatória durante o período de análise."
Veneno de abelha vence artrite
Para realizar o tratamento, Izabella utilizou o caminho inverso. Após descobrir a dosagem correta, aplicou o veneno na região subcutânea de coelhos para mais tarde induzir a artrite. Dessa forma era possível observar passo a passo a ação do glicocorticoide.
Izabella conta que a aplicação do veneno provocava uma primeira inflamação nos coelhos, estimulando a produção e liberação do cortisol para que o processo anti-inflamatório começasse a acontecer. Logo em seguida, a artrite era induzida clinicamente nos coelhos, sendo assim a segunda inflamação a acontecer.
A surpresa da pesquisadora foi constatar que os altos níveis de glicocorticoide na corrente sanguínea dos coelhos conseguiram atenuar a inflamação provocada pela artrite. "A inflamação causada pelo veneno de abelha aumentou o nível do glicocorticoide endógeno e fez com que a artrite, exercendo o papel de segunda inflamação, perdesse força quando em sua atuação. Isso mostra que o veneno de abelha pode servir como tratamento preventivo contra a doença."
Bloqueando a ação do glicocorticoide, Izabella notou que os coelhos não apresentaram melhora em seus quadros, o que comprovou a importância do cortisol na pesquisa.
Recentemente, pesquisadores norte-americanos descobriram que o veneno de abelha pode combater o câncer.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
DENGUE OU FEBRE AMARELA, HEPATITE E PARACETAMOL...
A Dengue assusta e provoca medo, tanto pelas reações causadas pela patologia como pela evolução para quadro mais graves, hemorragias e choque.
Este medo e a falta de acesso devido a superlotação, ao Pronto Atendimento médico faz com que algumas pessoas passem na farmácia e se automediquem, e ainda recebem o auxílio do atendente que normalmente sugere Tyllenol/Paracetamol, e devido a desinformação que circula “seria este o único medicamento indicado para a Dengue”, não bastasse a gravidade da agressão viral causada pela doença ainda soma-se a do medicamento!
A interação do princípio ativo ‘Paracetamol’ com um quadro grave de hepatite fica ainda mais evidenciada quando o paciente está com Dengue...
O vírus, inoculado pelo Aedes aegypti no capilar sanguíneo do paciente inicia o processo de replicação viral, reproduzindo novos vírus, que saem para infectar novas células, distribuindo-se pelo organismo. Um dos órgãos afetado é o fígado que fica aumentado e extremamente doloroso.
Não bastando à agressão pelo vírus, o fígado ainda recebe doses altas de Paracetamol que, no fígado sofre uma alteração, passando a ser um composto.
“Não é uma droga inofensiva. Sabe-se há muito tempo que o paracetamol causa falência hepática, a destruição total do fígado” declara o Doutor Anthonny Wong-CEATOX.
Em sua entrevista o doutor declara ainda: “Falava-se que a lesão do fígado só acontecia com doses excessivas. Cada vez, porém, fica mais claro que essa lesão não ocorre apenas com superdosagens, mas também com doses terapêuticas, as que se usam normalmente. Ou seja, está havendo intoxicação com doses até menores que seis comprimidos por dia. Outro fato é que existem muitos remédios com paracetamol. Quase todos os antigripais, por exemplo, contêm a substância. Alguns antiinflamatórios também.”
E também: “A pessoa toma o remédio e o sintoma aparece só depois de 24 horas. Aí, já é muito tarde. Se não salvar o fígado em 12 horas, é muito difícil reverter o quadro.”conclui o doutor Anthonny.
O alerta que fiz, sobre nova epidemia foi ignorado, nenhuma providencia REAL e EFETIVA foi tomada. O informe divulgado pela Secretaria de Vigilância em Saúde Informe Epidemiológico da Dengue Análise de Situação e Tendências - 2010 “O Ministério da Saúde em estreita cooperação com o Conass e o Conasems elaborou as Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue, com o objetivo de orientar os gestores e técnicos na adequação dos planos de contingência estaduais, regionais, metropolitanos ou locais.Estas Diretrizes foram distribuídas em todo o país, visando à preparação de todos os profissionais na área de assistência, controle do vetor e mobilização comunitária”!
Será que os gestores do Ministério da Saúde ainda não perceberam que este tipo de ações não funciona? Que a eficácia é zero? Elaboram novas diretrizes, mas o que é realmente necessário fazer não feito!
Ah, sim, mas o Ministério da Saúde aumentou a quantidade de “veneno” enviado: Aumentou os inseticidas e também o Paracetamol: R$ 1milhão em medicamentos (paracetamol- Importado e distribuído por Novartis Biociências S.A.), sais de reidratarão oral e soro fisiológico injetável);
Para o Mato Grosso: Paracetamol (10.000 frascos de 15 ml e 241.000 mil comprimidos de 500mg)...
A população menos esclarecida e de menor poder aquisitivo ao receber um punhado de cartelas de paracetamol, depois de uma ‘rala’ consulta médica, vai para casa e com medo da Dengue e sem explicações mais precisas, toma o paracetamol, agredindo perigosamente o fígado e também os rins... Sobrevivendo a mais uma Dengue sofrida restarão às seqüelas causadas por este medicamento.
Outro investimento: destinou mais R$ 40 milhões para as campanhas publicitárias... Qual a eficácia REAL disto tudo? A resposta está no artigo postado por Marcos Borkowski: “O setor da saúde e de medicamentos tornou-se um mercado altamente lucrativo e onde até mesmo os medicamentos genéricos, que foram criados como o propósito de baratear e muito os custos, não causam estes efeitos, sendo que alguns inclusive são comercializados em valores tão altos quantos os de multinacionais”. Quem está por trás de tudo?
O médico homeopata e professor da Faculdade de Medicina de Rio Preto, doutor Renan Marino entrou com representação no Ministério Público Federal (MPF) contra o Ministério da Saúde pedindo a suspensão imediata do tratamento com paracetamol em pacientes com dengue.
“É flagrante a defasagem do protocolo do Ministério da Saúde que insiste em indicar o paracetamol nos casos de dengue, droga com maior potencial lesivo ao fígado em uso atualmente no mundo, diz o médico, que relaciona o uso do paracetamol ao crescimento das complicações hemorrágicas e óbitos. Ele alega no documento, protocolado ontem que a continuidade da indicação do medicamento é um fato grave e despropositado, que fere o bom senso e a lógica científica”.diz o doutor Renan.
A representação no Ministério Público Federal, protocolada pelo doutor Renan Marino poderá desencadear uma ação que coibirá a prescrição do medicamento, evitando novos óbitos.
Ao Ministério da Saúde cabe mudar o enfoque, a metodologia, determinar, e fiscalizar as ações para o controle dos vetores. Não basta citar ‘período Sazonal’ como desculpa pelas ações equivocadas e ineficientes!
E à ANVISA, caberá retirar o medicamento do mercado!
Este medo e a falta de acesso devido a superlotação, ao Pronto Atendimento médico faz com que algumas pessoas passem na farmácia e se automediquem, e ainda recebem o auxílio do atendente que normalmente sugere Tyllenol/Paracetamol, e devido a desinformação que circula “seria este o único medicamento indicado para a Dengue”, não bastasse a gravidade da agressão viral causada pela doença ainda soma-se a do medicamento!
A interação do princípio ativo ‘Paracetamol’ com um quadro grave de hepatite fica ainda mais evidenciada quando o paciente está com Dengue...
O vírus, inoculado pelo Aedes aegypti no capilar sanguíneo do paciente inicia o processo de replicação viral, reproduzindo novos vírus, que saem para infectar novas células, distribuindo-se pelo organismo. Um dos órgãos afetado é o fígado que fica aumentado e extremamente doloroso.
Não bastando à agressão pelo vírus, o fígado ainda recebe doses altas de Paracetamol que, no fígado sofre uma alteração, passando a ser um composto.
“Não é uma droga inofensiva. Sabe-se há muito tempo que o paracetamol causa falência hepática, a destruição total do fígado” declara o Doutor Anthonny Wong-CEATOX.
Em sua entrevista o doutor declara ainda: “Falava-se que a lesão do fígado só acontecia com doses excessivas. Cada vez, porém, fica mais claro que essa lesão não ocorre apenas com superdosagens, mas também com doses terapêuticas, as que se usam normalmente. Ou seja, está havendo intoxicação com doses até menores que seis comprimidos por dia. Outro fato é que existem muitos remédios com paracetamol. Quase todos os antigripais, por exemplo, contêm a substância. Alguns antiinflamatórios também.”
E também: “A pessoa toma o remédio e o sintoma aparece só depois de 24 horas. Aí, já é muito tarde. Se não salvar o fígado em 12 horas, é muito difícil reverter o quadro.”conclui o doutor Anthonny.
O alerta que fiz, sobre nova epidemia foi ignorado, nenhuma providencia REAL e EFETIVA foi tomada. O informe divulgado pela Secretaria de Vigilância em Saúde Informe Epidemiológico da Dengue Análise de Situação e Tendências - 2010 “O Ministério da Saúde em estreita cooperação com o Conass e o Conasems elaborou as Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue, com o objetivo de orientar os gestores e técnicos na adequação dos planos de contingência estaduais, regionais, metropolitanos ou locais.Estas Diretrizes foram distribuídas em todo o país, visando à preparação de todos os profissionais na área de assistência, controle do vetor e mobilização comunitária”!
Será que os gestores do Ministério da Saúde ainda não perceberam que este tipo de ações não funciona? Que a eficácia é zero? Elaboram novas diretrizes, mas o que é realmente necessário fazer não feito!
Ah, sim, mas o Ministério da Saúde aumentou a quantidade de “veneno” enviado: Aumentou os inseticidas e também o Paracetamol: R$ 1milhão em medicamentos (paracetamol- Importado e distribuído por Novartis Biociências S.A.), sais de reidratarão oral e soro fisiológico injetável);
Para o Mato Grosso: Paracetamol (10.000 frascos de 15 ml e 241.000 mil comprimidos de 500mg)...
A população menos esclarecida e de menor poder aquisitivo ao receber um punhado de cartelas de paracetamol, depois de uma ‘rala’ consulta médica, vai para casa e com medo da Dengue e sem explicações mais precisas, toma o paracetamol, agredindo perigosamente o fígado e também os rins... Sobrevivendo a mais uma Dengue sofrida restarão às seqüelas causadas por este medicamento.
Outro investimento: destinou mais R$ 40 milhões para as campanhas publicitárias... Qual a eficácia REAL disto tudo? A resposta está no artigo postado por Marcos Borkowski: “O setor da saúde e de medicamentos tornou-se um mercado altamente lucrativo e onde até mesmo os medicamentos genéricos, que foram criados como o propósito de baratear e muito os custos, não causam estes efeitos, sendo que alguns inclusive são comercializados em valores tão altos quantos os de multinacionais”. Quem está por trás de tudo?
O médico homeopata e professor da Faculdade de Medicina de Rio Preto, doutor Renan Marino entrou com representação no Ministério Público Federal (MPF) contra o Ministério da Saúde pedindo a suspensão imediata do tratamento com paracetamol em pacientes com dengue.
“É flagrante a defasagem do protocolo do Ministério da Saúde que insiste em indicar o paracetamol nos casos de dengue, droga com maior potencial lesivo ao fígado em uso atualmente no mundo, diz o médico, que relaciona o uso do paracetamol ao crescimento das complicações hemorrágicas e óbitos. Ele alega no documento, protocolado ontem que a continuidade da indicação do medicamento é um fato grave e despropositado, que fere o bom senso e a lógica científica”.diz o doutor Renan.
A representação no Ministério Público Federal, protocolada pelo doutor Renan Marino poderá desencadear uma ação que coibirá a prescrição do medicamento, evitando novos óbitos.
Ao Ministério da Saúde cabe mudar o enfoque, a metodologia, determinar, e fiscalizar as ações para o controle dos vetores. Não basta citar ‘período Sazonal’ como desculpa pelas ações equivocadas e ineficientes!
E à ANVISA, caberá retirar o medicamento do mercado!
Marcadores:
antiinflamatórios,
dengue,
Faculdade de Medicina de Rio Preto,
febra amarela,
fígado,
hepatite,
Ministério Público Federal,
Paracetamol,
replicação viral,
terapêuticas,
tyllenol,
veneno
Assinar:
Postagens (Atom)

