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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Jovem inglês morre de ataque cardíaco poucos dias depois de tomar paracetamol

Muitos ALERTAS já foram emitidos...Mas por aqui e por ai, medicos irresponsáveis insistem em receitar esta droga perigosa!
Jovem de 19 anos morre de infecção após tomar paracetamol
Garoto tinha inflamação não diagnosticada no coração e acabou sofrendo um ataque cardíaco
R7


Jordan Flynn teve ataque cardíaco poucos dias depois de tomar paracetamol

Reprodução/DailyMail

Um jovem inglês de 19 anos morreu de infecção no coração alguns dias depois de médicos terem receitado paracetamol para ele. Jordan Flynn morreu uma semana após seu aniversário, segundo informações do jornal Daily Mail.

A mãe do garoto, Angie Flynn, conta que os médicos não deram atenção suficiente aos sintomas que o filho apresentava e diagnosticaram o garoto apenas com infecção viral.

Desconfiada do diagnóstico, a mãe indicou ao filho que entrasse em contato com outros hospitais. O garoto foi, então, direcionado ao Hospital Harefield, em Londres, onde morreu no dia 3 de fevereiro.

Flynn sofria de problemas no miocárdio, um tipo de inflamação no coração, mas, até então, a doença não havia sido diagnosticada, e teve uma parada cardíaca.

Angie lamenta que ele não tenha ficado no hospital desde o início para a realização de exames.

— Ele poderia ter sido enviado a um especialista antes de alguma coisa séria acontecer, enquanto ele tinha forças.

Em declaração à publicação, a mãe do garoto afirmou que “estava pensando em palavras para descrever o meu filho, mas não tem como descrever sua força, determinação, humor e sua alma boa”.

A biópsia do corpo deve acontecer ainda nesta semana.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

DENGUE: OS POLÍTICOS DECRETARAM, HÁ ANOS: OS INCOMPETENTES SERÃO “ESCOLHIDOS A DEDO”... QUANTO PIOR, MELHOR!

O Estado do Mato Grosso está desgovernado e abandonado! A parte mais GRAVE é a que envolve a Saúde!
 Medicamentos não estão sendo fornecidos (e não esqueço as 55 Toneladas de medicamentos que foram incineradas)...
E tantos precisando dos medicamentos! O sofrimento de pessoas no Pronto Socorro, nas unidades de saúde, nos hospitais... E eu pergunto: Até quando, Meu Deus???


Isto é CRIME contra a SAÚDE PÚBLICA! SEGUNDO o CÓDIGO PENAL, artigo 267 § 1 e também na Lei 8.072/90, inciso VII "Epidemia com resultado morte", o Brasil (brasileiros) estão submetidos a constantes epidemias devido a DESORGANIZAÇÃO, OMISSÃO e ao DESCASO do PODER PÚBLICO!
As únicas coisas ORGANIZADAS neste país: Tráfico e a Roubalheira Desenfreada! Ah, sim: E os mosquitos vetores, que igual aos traficantes, DOMINAM tudo!!!!
Em pouco mais de seis meses, 22 pessoas morreram vítimas da dengue em Mato Grosso. Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) apontam que de 1º de janeiro a 11 de julho (2013) foram registrados 38.066 casos da doença no estado. No total, segundo a Secretaria de Saúde de Mato Grosso, 28 ocorrências de morte por dengue foram notificadas, sendo que seis casos ainda estão em investigação.
Era realmente, esperar DEMAIS do governador e sua equipe! Por que não fazer a coisa certa?
E vão recepcionar os visitantes da Copa do Mundo! Bem, uma coisa é certa: As lembrancinhas, souvenir estão prontas, o mosquito aguarda ansioso os visitantes que levarão como recordação uma inesquecível DENGUE!
ISTO É, NADA MAIS NADA MENOS QUE ANOS DE DESCASO E INCOMPETÊNCIA!

As sucessivas epidemias são o resultado da incompetência que diz “coordenar” as ações... A ineficácia e o absurdo são monstruosos e criminosos! Verbas destinadas ao controle do vetor ‘desaparecem’ e poucos questionam!
Ouvi a notícia de uma idosa que morreu devido à DENGUE, e, segundo o laudo médico teve paralisação dos rins...  Quer que eu explique?  A pessoa é atendida e recebe PARACETAMOL... Não basta a agressão do vírus no organismo, o uso deste ‘medicamento’ faz um estrago mortal no fígado, nos rins e no organismo todo!
Lamentavelmente as epidemias continuam, sucessivamente a ocorrer e NADA é feito!
Ah, sim: Tem umas “palhaçadas”, com pessoas vestidas de mosquito, som na praça, oba-oba, enfim, pão e circo para o povo!
Atendimento médico MUITO ALÉM de deficiente, pacientes amontoados em corredores, mães desesperadas, com o filho nos braços, queimando de febre, raros profissionais competentes (porque, não saber tratar a DENGUE depois de mais de 20 anos de epidemias é, no mínimo, INCOMPETÊNCIA)!
Aqui temos raros profissionais que se interessaram em, pelo menos, se informar sobre a patologia... E, graças a Deus, a cidade dispõe de dois médicos infectologistas! Apenas, algumas pessoas têm acesso a este atendimento especializado, e o risco da evolução para a Dengue Hemorrágica é altíssimo!

Volto a insistir: Cidade que não pratica a Medicina Preventiva DEVE ao menos, oferecer a Medicina Curativa...


quinta-feira, 3 de março de 2011

UMA NUVEM DE MOSQUITOS


A realidade é esta! Realmente não há um só local em toda Rondonópolis que não sejam encontrados muitos mosquitos! Sejam eles os da Dengue (Aedes aegypti), Culex fatigans (pernilongos) que além de incomodar o sono são transmissores de várias patologias, inclusive a Wunchereria bacrofti, ‘elefantíase’, e o terrível Flebótomo, vetor da Leishmaniose.
Isto não iniciou agora. Eu conheci o Mato Grosso há 18 anos e o Aedes já estava ‘atacando’... Quando iniciei a pesquisa haviam grupos da saúde encarregados de desmentir a epidemia em andamento, seria, segundo eles, “para não alarmar a população”...
Não alarmar a população! Irresponsabilidade fatal, que levou a óbito várias pessoas. Já nesta época (1993/1994) passei a alertar sobre os riscos da disseminação do vetor para outros estados onde ainda não havia casos de Dengue nem a presença do vetor.
Ocorre que o mosquito era (e é ainda) transportado dentro de ônibus e carros particulares. Quando um ônibus está na garagem para lavar, as fêmeas, já alimentadas, costumam se esconder DENTRO do ônibus, lugar escuro, sob os bancos. Depois este ônibus vai para a rodoviária, recolher os passageiros e sai de viagem para qualquer ponto do país, parando por dezenas de cidades onde, além dos passageiros, descem muitas fêmeas, já alimentadas com o sangue de quem estava dentro do veículo, elas saem e vão procurar um lugar para fazer a oviposição (depositar os ovinhos).  Centenas deles.
Passada uma semana nascem muitos novos mosquitos e imediatamente vão sugar o sangue e transmitir a doença. A crença de que o mosquito precisava sugar o sangue de alguém doente para adquirir o vírus está descartada. O inseto já NASCE com o vírus.
         equívocos e desinformação

“Era para ser mais uma tranqüila noite de sono”... Entre tanta desinformação veiculada estou destacando esta que abre o parágrafo. Esta divulgação mostra um bebe dormindo e a terrível ameaça contida no anuncio. Ocorre que o Aedes é um inseto de hábitos diurnos. Esta e outra ‘propaganda da dengue’ divulgada na mídia onde mostra um bando de crianças parecem ser as únicas AÇÕES desenvolvidas no combate ao vetor... Lamentavelmente!
O único lugar que vi muito mosquito da dengue circulando e sugando sangue dia e noite foi na Santa Casa. Por que ela (a fêmea) estava ‘trabalhando’ à noite: com a iluminação farta, necessária ao funcionamento do hospital as fêmeas sugam o sangue dia e noite. O hospital dispõe de uma empresa prestadora de serviço de dedetização, mas com produtos inadequados, o que não resolve o problema, pelo fato de possuir apenas repelência temporária.

        hábitos e necessidades do inseto
A cada alimentação o inseto procura um local propício e deposita centenas de ovinhos que, em uma semana tornar-se-ão insetos adultos, aptos a veicular o vírus!
A outra desinformação é a preocupação com tampinhas de garrafas pet: Ali o mosquito não tem como se desenvolver. Pois falta substrato, de onde o inseto retira os nutrientes necessários para seu desenvolvimento. O inseto necessita pelo menos 10 aminoácidos para seu desenvolvimento.
Ouvi um coordenador mostrando uma destas tampinhas na TV, como se representasse risco, se esquecendo ele das centenas de caixas d’água espalhadas por toda cidade este levantamento é parte de meu projeto de pesquisa, ‘abortado’ por este e outros coordenadores da saúde. E o resulta está ai: Epidemia! Ou melhor, Pandemia! Sim, pois a grande expansão geografia leva a esta denominação.
A cidade possui centenas de caixas d’água em situação crítica: Com a tampa quebrada, sem tampa ou cobertas com uma telha ondulada (Eternit). São criadouros potenciais e invisíveis, onde se reproduzem milhares de insetos. Isso ocorre ano após ano, sem que efetivas providencias sejam tomadas...
Atualmente estão ocorrendo em alguns lugares o ‘oba-oba’ da dengue, os chamados mutirões que de prático e objetivo não representam nada! O pior é que muita verba pública vai ‘para o ralo’ enquanto centenas de pessoas adoecem!
Não existe um atendimento médico efetivamente preparado para este atendimento para as pessoas infectadas. O que percebemos é os locais de Pronto Atendimento superlotados e pessoas aguardando por 8 a 10 horas para um atendimento médico que, na maioria das vezes vai diagnosticar “virose”, receitar Paracetamol (outro erro) e encaminhar até mesmo os casos graves de volta para casa!
        sinais de emergência médica

Agitação, nervosismo, dores abdominais, pequenos sangramentos, cefaléia intensa, manchas pelo corpo, cefaléia intensa, paciente apresentando estes ou alguns destes sintomas deve merecer atenção especial para que não ocorra a Síndrome de Choque por Dengue.
A hidratação e monitoração deste paciente devem ser intensivas!

O uso do Paracetamol deve ser evitado:
Este medicamento NÃO DEVE SER UTILIZADO, o médico deve optar por outros medicamentos antitérmicos menos agressivos ao fígado do paciente, já bastante agredido pelo vírus, que se multiplica no fígado, causando lesões graves, lesões estas que podem ser agravadas por este medicamento.
Para verificar acesse o que diz o pesquisador Doutor Renan Marino e também o Doutor Anthony Wong, presidente nacional do CEATOX.
Alerto também para NÃO USAR medicamentos com o princípio ativo AAS – Acido Acetil Salicílico. ATENÇÃO: Este medicamento faz parte de várias formulações de medicamentos! O uso pode desencadear um princípio hemorrágico de difícil controle! Pacientes cardíacos devem consultar seu cardiologista, no caso de suspeita de DENGUE para avaliar a suspensão temporária do uso.

                                                              BEATRIZ ANTONIETA LOPES
                                                  Bióloga graduada pela UFMT
                                                    Curso  de Entomologia Médica-FIOCRUZ

sábado, 18 de dezembro de 2010

É URGENTE A NECESSIDADE DE MUDAR O ENFOQUE DAS EPIDEMIAS NO BRASIL

DENGUE: Especialistas afirmam que a doença poderia ter sido evitada se o controle tivesse sido feito a tempo”...


Com medidas de controle e prevenção muitas patologias poderiam ser evitadas. E o termo correto é este mesmo: EPIDEMIA. Podemos denominar como surto, casos eventuais que ocorrem em determinada região.

A Dengue é uma das principais doenças que atingem a população brasileira. Outra é a Leishmaniose. E as duas são transmitidas por mosquitos, o Aedes aegypti e o Flebótomo.

Não são doenças novas. Já haviam sido erradicadas e retornaram graças ao jogo de interesses políticos e o “jogo de empurra”, onde o Governo Federal ‘lavou as mãos’ e transferiu aos estados e municípios o controle e vale lembrar: As verbas também.

INSETICIDA OU APENAS REPELENTE?

O mosquito é um ser “sem pai nem mãe”, pois a partir do momento que o Governo Federal transferiu a incumbência ao Estado para gerenciar as ações, substituiu o inseticida por motivos, digamos obscuros, por outro produto ÚNICO NO MERCADO, só troca o nome, mas todos são Piretróides. O consumidor vem sendo lesado de duas formas:

Quando chega ao supermercado e adquire um inseticida ou veneno, como era antigamente denominado o produto, a pessoa compra, não percebe efeito nenhum, pois o inseto continua ou se afasta temporariamente, então substitui, compra outro, de outra marca e embalagem muitas vezes de preço mais elevado, mas não percebe estar adquirindo o MESMO PRINCÍPIO ATIVO! Todos são Piretróides que possuem apenas momentâneo efeito de repelência, oferecendo proteção mínima, o que não é suficiente para proteger a pessoa.



ZEBRAS E MOSQUITOS

Zebras e mosquitos podem causar graves problemas de saúde pública, devido os equívocos cometidos por certos gestores, que, não possuindo interesses em se qualificar adequadamente acabam confundindo mosquitos com zebras e vice-versa, embora a zebra não seja comum em nosso país... A semelhança entre um e outro está nas listras e no país de origem: África.

A zebra, definição: nome feminino

1. ZOOLOGIA mamífero perissodátilo, da família dos Eqüídeos, domesticável, com pelagem listrada de faixas escuras, representado por várias espécies e subespécies africanas.



A zebra não transmite DENGUE...

Isso qualquer um sabe. Mas, devido a algumas semelhanças podem as zebras ser eliminadas para ‘combater a dengue’, assim como ‘especialistas’ eliminam os cães para acabar com a Leishmaniose, quando o correto seria eliminar o mosquito vetor!



O Aedes aegypti, definição: Aedes (Stegomyia) aegypti é a nomenclatura taxonômica para o mosquito que é popularmente conhecido como mosquito da DENGUE, é um mosquito da família Culicidae proveniente da Africa, atualmente distribuido por quase todas as partes do mundo, especialmente nas regiões tropicais e subtropicais.


Esta é uma fêmea Aedes aegypti, facilmente identificada. A diferença entre um e outro reside aonde mesmo? Ah, sim: Um é vetor da DENGUE. O outro é um animal  da família dos Eqüídeos, domesticavel...

MEDICAMENTO OU VENENO?

O Governo Federal, através do Ministério da Saúde, distribui FARTAMENTE, o medicamento de princípio ativo PARACETAMOL, que é o mesmo TYLLENOL, estranhamente é o único que nunca falta para distribuir nas unidades de saúde pública.

Este ‘medicamento’ teve o uso proibido há muitos anos nos Estados Unidos e, aproximadamente 30 anos, no Rio Grande do Sul foi retirado de circulação pelos graves problemas de saúde desencadeados pelo princípio ativo Paracetamol.

Ocorre também que, passado o efeito do medicamento volta a dor e a febre, e o paciente (ou familiares) faz uso novamente do Produto (medicamento), ocorre então um depósito, pois transforma-se, tornando-se um composto que vai se acumular no fígado.

O uso de tal medicamento juntamente com antiinflamatórios pode paralisar as funções renais levando a um quadro irreversível.

Leia a denuncia do doutor Anthony Wong, toxicologista do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas   http://noticias.uol.com.br/uolnews/saude/entrevistas/2005/12/08/ult2748u82.jhtm

E do doutor Renan Marino:

http://uniaodasdistrofias.blogspot.com/2010/08/dengue-hemorragica-e-paracetamol-vida-e.html

ou

http://www.liderfm.com.br/noticiaDetalhes/99/medicamento-pode-ser-prejudicial-ao-figado-se-utilizado-em-doses-extras



Trata-se de uma tragédia anunciada! Quantos morrem a cada ano pelo uso deste princípio ativo de alta toxicidade? E mais grave ainda: muitas pessoas pensam que o Tyllenol ou Paracetamol (nome do princípio ativo) serve como proteção “para não ter Dengue”!

Muitas mães compram (sem receita médica, não precisa...), e dão ao bebê, em caso de febre, e como a febre retorna ANTES de passar às oito horas de intervalo, repetem a dose! O fígado do bebê é gravemente agredido pelo ‘medicamento’! Então, Caso este bebê esteja com DENGUE à agressão ao órgão hepático é dupla e pode levar ao óbito...

Neste artigo você pode analisar os obscuros fatos que envolvem a DENGUE:

1- Por que o MINISTÉRIO DA SAÚDE adquire e distribui FARTAMENTE um produto que funciona como repelente (temporariamente)? Permetrina não é inseticida!

2- Por que o MINISTÉRIO DA SAÚDE adquire e distribui FARTAMENTE o Paracetamol, medicamento que teve o uso proibido nos Estados Unidos já há muitos anos?

3- Ninguém é obrigado a saber sobre patologias, vetores ou inseticidas... Mas para assumir como gestor de Saúde Pública tem que ter pelo menos a assessoria de especialistas que conheçam sobre insetos vetores, que pertença a área de Infectologia, Biologia, Medicina Veterinária (zoonoses), Agronomia (conhecimento químico de inseticidas). É necessário formação e competência para mudar o quadro epidêmico brasileiro!

Até aonde vai a falta de respeito à saúde do cidadão? Além disto, tudo ainda o governo gasta polpudas verbas na mídia, para culpar o cidadão pela ingerência de seus indicados incompetentes para administrar a Saúde Pública!

É inadmissível que esta situação continue!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

DENGUE OU FEBRE AMARELA, HEPATITE E PARACETAMOL...

A Dengue assusta e provoca medo, tanto pelas reações causadas pela patologia como pela evolução para quadro mais graves, hemorragias e choque.


Este medo e a falta de acesso devido a superlotação, ao Pronto Atendimento médico faz com que algumas pessoas passem na farmácia e se automediquem, e ainda recebem o auxílio do atendente que normalmente sugere Tyllenol/Paracetamol, e devido a desinformação que circula “seria este o único medicamento indicado para a Dengue”, não bastasse a gravidade da agressão viral causada pela doença ainda soma-se a do medicamento!

A interação do princípio ativo ‘Paracetamol’ com um quadro grave de hepatite fica ainda mais evidenciada quando o paciente está com Dengue...

O vírus, inoculado pelo Aedes aegypti no capilar sanguíneo do paciente inicia o processo de replicação viral, reproduzindo novos vírus, que saem para infectar novas células, distribuindo-se pelo organismo. Um dos órgãos  afetado é o fígado que fica aumentado e extremamente doloroso.

Não bastando à agressão pelo vírus, o fígado ainda recebe doses altas de Paracetamol que, no fígado sofre uma alteração, passando a ser um composto.

“Não é uma droga inofensiva. Sabe-se há muito tempo que o paracetamol causa falência hepática, a destruição total do fígado” declara o Doutor Anthonny Wong-CEATOX.

Em sua entrevista o doutor declara ainda: “Falava-se que a lesão do fígado só acontecia com doses excessivas. Cada vez, porém, fica mais claro que essa lesão não ocorre apenas com superdosagens, mas também com doses terapêuticas, as que se usam normalmente. Ou seja, está havendo intoxicação com doses até menores que seis comprimidos por dia. Outro fato é que existem muitos remédios com paracetamol. Quase todos os antigripais, por exemplo, contêm a substância. Alguns antiinflamatórios também.”

E também: “A pessoa toma o remédio e o sintoma aparece só depois de 24 horas. Aí, já é muito tarde. Se não salvar o fígado em 12 horas, é muito difícil reverter o quadro.”conclui o doutor Anthonny.

O alerta que fiz, sobre nova epidemia foi ignorado, nenhuma providencia REAL e EFETIVA foi tomada. O informe divulgado pela Secretaria de Vigilância em Saúde Informe Epidemiológico da Dengue Análise de Situação e Tendências - 2010 “O Ministério da Saúde em estreita cooperação com o Conass e o Conasems elaborou as Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue, com o objetivo de orientar os gestores e técnicos na adequação dos planos de contingência estaduais, regionais, metropolitanos ou locais.Estas Diretrizes foram distribuídas em todo o país, visando à preparação de todos os profissionais na área de assistência, controle do vetor e mobilização comunitária”!

Será que os gestores do Ministério da Saúde ainda não perceberam que este tipo de ações não funciona? Que a eficácia é zero? Elaboram novas diretrizes, mas o que é realmente necessário fazer não feito!

Ah, sim, mas o Ministério da Saúde aumentou a quantidade de “veneno” enviado: Aumentou os inseticidas e também o Paracetamol: R$ 1milhão em medicamentos (paracetamol- Importado e distribuído por Novartis Biociências S.A.), sais de reidratarão oral e soro fisiológico injetável);

Para o Mato Grosso: Paracetamol (10.000 frascos de 15 ml e 241.000 mil  comprimidos de 500mg)...

A população menos esclarecida e de menor poder aquisitivo ao receber um punhado de cartelas de paracetamol, depois de uma ‘rala’ consulta médica, vai para casa e com medo da Dengue e sem explicações mais precisas, toma o paracetamol, agredindo perigosamente o fígado e também os rins... Sobrevivendo a mais uma Dengue sofrida restarão às seqüelas causadas por este medicamento.

Outro investimento: destinou mais R$ 40 milhões para as campanhas publicitárias... Qual a eficácia REAL disto tudo? A resposta está no artigo postado por Marcos Borkowski: “O setor da saúde e de medicamentos tornou-se um mercado altamente lucrativo e onde até mesmo os medicamentos genéricos, que foram criados como o propósito de baratear e muito os custos, não causam estes efeitos, sendo que alguns inclusive são comercializados em valores tão altos quantos os de multinacionais”. Quem está por trás de tudo?

O médico homeopata e professor da Faculdade de Medicina de Rio Preto, doutor Renan Marino entrou com representação no Ministério Público Federal (MPF) contra o Ministério da Saúde pedindo a suspensão imediata do tratamento com paracetamol em pacientes com dengue.

“É flagrante a defasagem do protocolo do Ministério da Saúde que insiste em indicar o paracetamol nos casos de dengue, droga com maior potencial lesivo ao fígado em uso atualmente no mundo, diz o médico, que relaciona o uso do paracetamol ao crescimento das complicações hemorrágicas e óbitos. Ele alega no documento, protocolado ontem que a continuidade da indicação do medicamento é um fato grave e despropositado, que fere o bom senso e a lógica científica”.diz o doutor Renan.

A representação no Ministério Público Federal, protocolada pelo doutor Renan Marino poderá desencadear uma ação que coibirá a prescrição do medicamento, evitando novos óbitos.

Ao Ministério da Saúde cabe mudar o enfoque, a metodologia, determinar, e fiscalizar as ações para o controle dos vetores. Não basta citar ‘período Sazonal’ como desculpa pelas ações equivocadas e ineficientes!
E à ANVISA, caberá retirar o medicamento do mercado!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

"Paracetamol x Dengue"

O vírus do Dengue é um Flavivirus, portanto do mesmo gênero do vírus da hepatite C e da febre amarela, que também são hepatotrópicos. Assim, a hepatite não pode ser considerada uma complicação do dengue, pois faz parte da história natural da doença. Aspectos histológicos de hepatite viral têm sido demonstrados em biópsias hepáticas de pacientes com dengue, como degeneração dos hepatócitos, necrose centrolobular, degeneração gordurosa, hiperplasia de células de Kupffer, infiltração de monócitos e alterações muitas vezes de grande monta a exemplo do que ocorre na febre amarela. Diversos estudos demonstram que 80 a 100% dos pacientes com dengue, mesmo sem hepatomegalia, apresentam algum grau de envolvimento hepático com elevação de transaminases (TGO e TGP).

O tratamento da Dengue é sintomático, isto é, são utilizados medicamentos apenas para amenizar os sinais e sintomas, e não para combater o vírus. O próprio sistema imunológico acaba com o vírus em alguns dias. Mesmo assim, deve-se fazer repouso, não se agasalhar excessivamente e beber muito líquido para evitar a desidratação proporcionada pela febre e evitar sintomas mais desagradáveis.



No caso da forma hemorrágica, é recomendada a aplicação de soro e plasma. Em alguns casos mais graves pode haver a necessidade de transfusão de sangue. Embora não tenha qualquer estudo, é o paracetamol (Dôrico®, Tylenol® etc) o fármaco mais utilizado para tratamento da dor e febre no paciente com dengue.



Vale ressaltar que o vírus do dengue causa, em praticamente 100% das pessoas infectadas, um quadro de hepatite, e o paracetamol é muito tóxico para esse órgão e poderá agravar o problema.

O ácido acetil-salicílico (AAS®, Aspirina®, Melhoral®, Doril® etc) é contra-indicado, porque essa substância interfere nos mecanismos de coagulação e pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas.

Baseado nos perfis do medicamento e da doença, os medicamentos que poderiam ser utilizados com um pouco mais de segurança seriam a dipirona (Novalgina®, Dorflex®, Anador® etc.) e o ibuprofeno (Dalsy®, Alivium®). Mas sempre de forma comedida e com orientação médica.

Na maioria das vezes, o doente se recupera em uma semana. A recuperação costuma ser total, não deixando nenhum tipo de seqüela. É comum que ocorra durante alguns dias uma sensação de cansaço, que desaparece completamente com o tempo, geralmente em até quinze dias.

Paracetamol é uma substância que exige um esforço do fígado para metabolizá-la. A diferença entre a dose terapêutica e a tóxica é muito pequena. Segundo a Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos, um adulto saudável deve ingerir, no máximo, quatro gramas de paracetamol por dia. Para crianças, a dose recomendada é de cem miligramas por quilo de peso. Mas o mais seguro é consumir o mínimo possível. O excesso pode causar Hepatite Medicamentosa. Hepatite tóxica mata rapidamente, adultos e crianças. Ela pode ser a verdadeira causa de vários óbitos atribuídos ao dengue.

*Prof. Dr. Edimilson Ramos Migowski de Carvalho, MD, PhD (Professor de Infectologia Pediátrica da UFRJ e vice-presidente da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro)

COMENTÁRIO DE: Renan Marino:
"O Paracetamol não pode ser indicado nos casos de dengue, já que é a droga com maior potencial lesivo ao fígado em uso atualmente no mundo. Em 2002, as pesquisas com microscopia eletrônica mostravam que a dengue na verdade corresponde a um quadro de hepatite viral causado por qualquer um dos 04 sorotipos do vírus da dengue – DEN1 – DEN2 – DEN3 – DEN4, em razão da marcada hepatoxicidade desta classe de vírus – flavivírus – a qual também pertencem os agentes etiológicos da hepatite C e febre amarela. As alterações hepáticas na dengue não são devidas às complicações, mas fazem parte da história natural da doença. Quanto mais se usa Paracetamol mais complicações hemorrágicas e óbitos são registrados.

É sabido que o fígado lesado em até 80% pela intoxicação pelo Paracetamol, não manifesta sintomatologia nas primeiras 72 horas, podendo inclusive evoluir silenciosamente. No 4º dia pós intoxicação, o indivíduo apresenta súbita dor abdominal, hipotensão, hipotermia, transtornos da coagulação com hemorragias, choque cardiovascular, podendo evoluir para óbito. Aqui chamamos a atenção para o fato destes sintomas, intoxicação aguda pelo Paracetamol, serem exatamente os mesmos sintomas atribuídos à dengue hemorrágica e síndrome do choque da dengue".

Este post foi publicado no site Pesquisas de Química, postado pela Cris Passinato. Como o assunto é muito relevante aqui estou re-publicando!

http://crispassinato.wordpress.com/2008/04/11/paracetamol-x-dengue/

domingo, 16 de maio de 2010

DENGUE E LEISHMANIOSE: ORIENTAÇÕES

       A relevância da orientação e informação adequadas tem peso fundamental tanto no que se refere à prevenção quanto à gestão de epidemias.


A DENGUE retornou ao nosso país há mais de 20 anos e foi se instalando nos municípios.

      Surtos epidêmicos ocorreram em alguns estados e não chegaram a chamar atenção embora já no início ocorressem casos graves e óbitos, pois algumas pessoas já com a saúde debilitada ou por confundir a doença com outras patologias de origem febril, a trataram de forma errada.

      Recordo que em 1993/94 houve em Rondonópolis uma grande epidemia, com muitas pessoas infectadas pela Dengue, e já com alguns óbitos, mas as dúvidas e/ou desconhecimento quanto à doença eram quase totais, o que, certamente, gerou um enfoque equivocado na condução e tratamento dos casos.

     A atenção para as emergências epidemiológicas deve ocorrer de modo contínuo e sistemático com o aperfeiçoamento dos mecanismos de identificação das emergências epidemiológicas, concorrendo para isto a capacitação do profissional da área médica. Isto – ressalte-se – é importantíssimo!

     Em Rondonópolis dispomos de um médico infectologista, atendendo nossa cidade e vários outros municípios, que aqui buscam atendimento, o que se dá através de encaminhamento seja do clínico geral ou outro médico ao identificar a importância do quadro do paciente.

     Acontece que muitos não buscam atendimento e outros recebem o diagnóstico vago: “É uma virose...” e sequer são encaminhadas para as sorologias, importantes e necessárias.

     Volto a frisar: as sorologias são importantes e necessárias!

     Não interessa a demora no resultado!

     Estes exames são importantes para o paciente, pois em caso (e muitos tiveram) de uma segunda Dengue, eles deverão receber maior atenção. São importantes também para a Saúde Pública, devido à necessidade da notificação ao Ministério da Saúde. Não existindo a notificação, até os repasses de recursos diminuem, aumentando ainda mais o problema.

     A DENGUE inicia de modo repentino. Estado febril (a temperatura é sempre alta), dor de cabeça, nos olhos, no corpo, mal-estar geral. Outras patologias cursam com sintomas semelhantes e devido a isto é importante a consulta, a orientação médica e o exame sorológico.

     Outro grave equívoco que ocorre: o uso abusivo do Paracetamol (Tyllenol)!

- É bom pra dengue, eu comprei e já estou tomando...

É comum se ouvir isso.

     Quando há a prescrição médica é de oito em oito horas; o uso errado poderá causar graves danos ao fígado e ao sistema renal. Muitas pessoas costumam utilizar tal medicamento para todo e qualquer mal-estar, indiscriminadamente. Lembro também que o Paracetamol faz parte da composição de inúmeros medicamentos!

Quando à LEISHMANIOSE, é uma doença silenciosa.

Na maioria das vezes, a pessoa nem percebe quando foi infectada.

     Uma febre baixa, tosse seca, gânglios inchados debaixo dos braços e no pescoço; pode ocorrer, mal-estar, dores no corpo, diarréia num dia ou dois, e melhora. Mas o protozoário já está no organismo do individuo, agindo silenciosamente, por um tempo que pode envolver meses ou anos.

     Conforme os professores doutores Éderson Akio Kido e Paulo Paes de Andrade: “A Leishmaniose começa com sintomas que despertam pouca atenção, e que vão avançando até deixar a pessoa tão fraca que pode levá-la a morte. As principais vítimas são as crianças. Adolescentes e adultos também são afetados, embora em menor número. Um rápido diagnóstico é importante e os profissionais da área de saúde, familiares e amigos, podem ajudar se souberem como identificar”.

     Geralmente, começa com uma febre que pode durar horas ou o dia inteiro, não é muito forte e se apresenta quase todos os dias. A criança com febre procura abrigar-se do vento e sentar-se ao sol. Dias depois, ela perde a vontade de brincar, passando a maior parte do tempo sentada ou deitada, e deixando de se alimentar direito. Posteriormente, passa a ter tosse, fica pálida, com os lábios descorados, o cabelo sem brilho, perde muito peso, e a barriga cresce. A febre continua, e um longo cansaço a impede que brinque, vá à escola ou faça as suas tarefas, explicam eles.

     A relevância do exame é fundamental e pode ser feito pela mãe, o pai ou o agente de saúde e vai verificar que há algo duro e crescido no lado esquerdo da barriga da criança, que sai de trás das costelas e pode ir até abaixo do umbigo, nos casos mais graves. O médico, ao deitar a criança (ou adulto) perceberá que o baço e o fígado estão aumentados e deverá solicitar as sorologias.

     Torna-se importante a observação: um leve aumento de temperatura, emagrecimento, crescimento do abdome não costuma impedir a vida normal, e a pessoa prossegue suas atividades. Mas enquanto isto a doença prossegue e não sendo diagnosticada logo, sem o tratamento correto, poderá evoluir para um quadro grave.

     A orientação é procurar os Postos e PSFs, relatando ao médico a ocorrência dos sintomas acima descritos. E, com o tratamento adequado, à doença tem cura!

     A Leishmaniose não iniciou agora, repentinamente. O inseto vetor está presente em nosso meio há vários anos, com alguns casos ocorrendo anualmente. Mas a partir de 2007 o número aumentou.

     Centenas de cães doentes foram mortos e surgem novos animais doentes a cada dia. É muito triste ver um animalzinho de estimação, que está com a família há muito tempo, ser sacrificado. Como já escrevi em artigos anteriores (Artigos.com, ou em meu blog Vetores Patogênicos, blog Abril), os cães são vítimas inocentes assim como nós.

     A eliminação do vetor começa na casa de cada um com a limpeza de folhas no quintal. Talos e folhas de bananeira devem ser removidos, restos de lixo em locais sombreados, a criação de animais de sangue quente: deve ser evitada (flebótomos tem predileção por galinha, cavalo e burro, além do cão).

Importante: quem transmite a doença não é o cão!

     É o Flebótomo, um mosquito muito pequeno, que costuma atacar à noite e de manhã bem cedo. Seu vôo é saltitante e muito rápido. A picada é dolorida, ‘queima’.

     Lamentavelmente tanto a DENGUE quanto a LEISHMANIOSE estão presentes em nosso município (e em muito locais no país).

     Descaso e falta de atenção pelo poder público ao longo dos últimos anos, erros no enfoque no combate ao vetor e está aí o resultado. Para mudar esse quadro, novas ações (e o retorno de outras atividades que eram eficazes e foram abandonadas) e poderemos ter em nosso município uma população saudável, livre de mazelas...

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

IMPORTANTE ORIENTAÇÃO MÉDICA SOBRE MEDICAMENTOS E DENGUE

Este artigo do Doutor Edimilson trás importante esclarecimento sobre a Dengue e Medicamentos, o que pode ser usado ou não:
Prof. Dr. Edimilson Ramos Migowski de Carvalho, MD, PhD


(Professor de Infectologia Pediátrica da UFRJ e vice-presidente da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro)

O vírus do Dengue é um Flavivirus, portanto do mesmo gênero do vírus da hepatite C e da febre amarela, que também são hepatotrópicos. Assim, a hepatite não pode ser considerada uma complicação do dengue, pois faz parte da história natural da doença. Aspectos histológicos de hepatite viral têm sido demonstrados em biópsias hepáticas de pacientes com dengue, como degeneração dos hepatócitos, necrose centrolobular, degeneração gordurosa, hiperplasia de células de Kupffer, infiltração de monócitos e alterações muitas vezes de grande monta a exemplo do que ocorre na febre amarela. Diversos estudos demonstram que 80 a 100% dos pacientes com dengue, mesmo sem hepatomegalia, apresentam algum grau de envolvimento hepático com elevação de transaminases (TGO e TGP).

O tratamento da Dengue é sintomático, isto é, são utilizados medicamentos apenas para amenizar os sinais e sintomas, e não para combater o vírus. O próprio sistema imunológico acaba com o vírus em alguns dias. Mesmo assim, deve-se fazer repouso, não se agasalhar excessivamente e beber muito líquido para evitar a desidratação proporcionada pela febre e evitar sintomas mais desagradáveis.

No caso da forma hemorrágica, é recomendada a aplicação de soro e plasma. Em alguns casos mais graves pode haver a necessidade de transfusão de sangue.



Embora não tenha qualquer estudo, é o paracetamol (Dôrico®, Tyllenol® etc.) o fármaco mais utilizado para tratamento da dor e febre no paciente com dengue. Vale ressaltar que o vírus do dengue causa, em praticamente 100% das pessoas infectadas, um quadro de hepatite, e o paracetamol é muito tóxico para esse órgão e poderá agravar o problema.



O ácido acetil-salicílico (AAS®, Aspirina®, Melhoral®, Doril® etc.) é contra-indicado, porque essa substância interfere nos mecanismos de coagulação e pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas.



Baseado nos perfis do medicamento e da doença, os medicamentos que poderiam ser utilizados com um pouco mais de segurança seriam a dipirona (Novalgina®, Dorflex®, Anador® etc.) e o ibuprofeno (Dalsy®, Alivium®). Mas sempre de forma comedida e com orientação médica.



Na maioria das vezes, o doente se recupera em uma semana. A recuperação costuma ser total, não deixando nenhum tipo de seqüela. É comum que ocorra durante alguns dias uma sensação de cansaço, que desaparece completamente com o tempo, geralmente em até quinze dias.



O Paracetamol é uma substância que exige um esforço do fígado para metabolizá-la. A diferença entre a dose terapêutica e a tóxica é muito pequena. Segundo a Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos, um adulto saudável deve ingerir, no máximo, quatro gramas de paracetamol por dia. Para crianças, a dose recomendada é de cem miligramas por quilo de peso. Mas o mais seguro é consumir o mínimo possível. O excesso pode causar hepatite medicamentosa. Hepatite tóxica mata rapidamente, adultos e crianças.

 A hepatite pode ser a verdadeira causa de vários óbitos atribuídos ao dengue.


Concordo com o doutor, especialmente devido a agressão viral ao fígado do paciente e, o uso indiscriminado do princípio ativo Paracetamol, a lesão ao órgão pode matar. (Bia Lopes)